
Quatro fases. Protocolos distintos. Nenhuma etapa pulada.
O tratamento avança da estabilização clínica ao trabalho psicológico e, por fim, à reintegração ocupacional. Cada fase tem equipe, protocolo e critérios de progressão próprios.
Da admissão à alta: quatro fases clínicas
Acolhimento e Avaliação
Desintoxicação Supervisionada
Abordagem Psicossocial
Atividades e Reintegração
Manejo médico da síndrome de abstinência com suporte psiquiátrico contínuo, monitoramento de sinais vitais e medicação específica para reduzir a fissura.
Triagem psiquiátrica e clínica na admissão. A equipe multidisciplinar define o Plano Individual de Tratamento antes de qualquer intervenção.
Terapia individual, grupos terapêuticos e participação em AA/NA para identificar padrões de comportamento e desenvolver estratégias de autocuidado.
Terapia ocupacional, padaria, horta e arteterapia como instrumentos de reintegração social — não recreação. Preparação ativa para a vida fora da unidade.


Três camadas de cuidado, uma equipe integrada
Psiquiatra, enfermeiros e consultores de recuperação atuam na estabilização médica. Psicólogos conduzem o trabalho individual e grupal. Terapeutas ocupacionais estruturam o retorno à função.
As três camadas operam em paralelo porque tratar apenas uma delas é o principal motivo de recaída.
A alta é o objetivo desde o primeiro dia
O plano de saída é definido na admissão. Cada fase avança quando os critérios clínicos são atingidos — não por prazo fixo.
